Saiba como escolher um seguro de vida sem gerar problemas para os herdeiros

2 de janeiro de 2017

patty

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seguro-de-vida-floripanaCálculos adequados do custo do seguro de vida e apólice bem clara são cuidados essenciais, alertam especialistas, na hora de escolher o tipo de amparo a ser deixado aos dependentes.

Deixar amparo financeiro aos dependentes é preocupação de muitas pessoas, mas a escolha do seguro de vida exige atenção redobrada. Uma opção errada pode levar o cliente a enfrentar problemas ou a transferir essas dificuldades aos herdeiros. Até que ponto é necessário pagar por uma indenização futura? Quem desiste do seguro tem direito a receber de volta o que já foi pago? Que tipo de precaução é preciso ter para evitar que as seguradoras barrem o pagamento devido? Advogados do consumidor são unânimes em dizer que todo cuidado pode, ainda, ser pouco.

Além de procurar grupos mais sólidos na atividade, o consumidor tem que ser fiel quanto às informações que der.

Existem dois tipos de planos de seguro de vida: o de repartição de capital e o regime de capitalização. O primeiro, e mais comum, é aquele em que se paga muito barato no início e o valor vai sendo reajustado a cada aniversário do cliente. Neste caso, é cobrado somente o custo do risco pela seguradora. No dia em que o contratante desistir ou não tiver mais dinheiro para pagar, não há nenhum ressarcimento. Já no regime de capitalização, o segurado paga o valor do risco, acrescido de um adicional que vai para a reserva. Neste caso, o valor já começa mais alto, porém é fixo, nunca vai aumentar. Como é feita uma reserva, em caso de desistência o segurado tem o direito de receber parte do dinheiro de volta. O valor da reserva é informado em extratos semestrais.

Segundo o professor da Escola Nacional de Seguros João Paulo Moreira de Mello, no Brasil 95{e6485db80be992963847469c36a6e4997f02239a3e7fb7d49359ad7d14ada16b} das pessoas contratam seguros de vida por sistema de repartição. Ele nega, no entanto, que a pessoa perca dinheiro, caso fique sem condições de continuar pagando as parcelas. “Sempre fica a impressão de que paguei por 10 anos, deixei de pagar e perdi. Não perdeu, porque você teve o seguro por 10 anos. É como um plano de saúde ou um seguro de carros, por exemplo”, afirma.

Antes de chegar ao modelo, o especialista recomenda que o consumidor avalie a real necessidade de ter um seguro de vida e calcule o custo da cobertura desejada. João Paulo Mello lembra, porém, que dentro dos seguros de vida existem modalidades que podem interessar a todos, como as coberturas por invalidez, por doenças graves determinadas e as diárias de incapacidade temporária. Existe ainda um seguro de sobrevivência, chamado dotal. Nele, o segurado aposta na sua sobrevivência. Por exemplo, aos 30 uma pessoa faz um seguro para receber determinado valor ao completar 50 anos. Caso ele morra antes, não recebe nada. Essa modalidade pode ser feita junto com o seguro de vida, o que seria o seguro dotal misto. Na mesma hipótese, caso o segurado morra antes dos 50, a família recebe o dinheiro.

 

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